Avança projeto de Renata Abreu para garantir diagnóstico precoce de HELLP

Reconhecida por sua atuação na área da Saúde, a deputada federal Renata Abreu (SP) teve aprovado em dezembro, no dia 17, na Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei 373/2025, que propõe o diagnóstico precoce da Síndrome HELLP, uma condição grave da gestação com alto risco de morte materna e fetal.

A iniciativa busca enfrentar um problema ainda pouco conhecido pela população brasileira e, muitas vezes, identificado tarde demais nos serviços de saúde. A Síndrome HELLP está associada à pré-eclâmpsia e à hipertensão gestacional e pode evoluir rapidamente, colocando em risco a vida da gestante e do bebê.

A sigla HELLP vem do inglês e reúne três alterações clínicas graves: hemólise, que é a destruição dos glóbulos vermelhos; elevação das enzimas do fígado; e baixa contagem de plaquetas. Quando não diagnosticada precocemente, a síndrome pode provocar falência hepática, insuficiência renal, hemorragias e até a morte.

O projeto de Renata Abreu propõe a criação de uma Política Nacional de Conscientização e Prevenção da Síndrome HELLP, com ações voltadas tanto à informação da população quanto ao fortalecimento da rede pública de saúde. Entre as medidas previstas estão campanhas educativas, capacitação de profissionais de saúde para reconhecer os sintomas iniciais e garantia de atendimento especializado pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

“Estamos falando de uma síndrome silenciosa, extremamente grave e que ainda passa despercebida em muitos casos. O diagnóstico rápido pode salvar vidas. Esse projeto é sobre preparar o sistema de saúde para agir com rapidez e dar segurança às gestantes”, afirma a deputada.

Apesar de considerada rara, a Síndrome HELLP apresenta alta letalidade. Estimativas indicam que a mortalidade materna varia entre 1% e 3%, enquanto a mortalidade fetal pode chegar a 60%, dependendo da gravidade do caso e do tempo de resposta médica. Entre os fatores de risco estão históricos de pré-eclâmpsia, hipertensão crônica e diabetes.

O tratamento pode incluir controle rigoroso da pressão arterial, uso de medicamentos específicos e, em muitos casos, a interrupção da gestação como medida necessária para preservar a vida da mãe e do bebê. Por isso, o reconhecimento precoce dos sinais é decisivo.

O Projeto de Lei 373/2025 já havia sido aprovado anteriormente pela Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher e agora segue para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Caso avance, a proposta será encaminhada ao Senado.

Com mais essa iniciativa vitoriosa, Renata Abreu reforça sua atuação em defesa da saúde da mulher, apostando na informação, na capacitação dos profissionais e no fortalecimento do SUS como caminhos para reduzir a mortalidade materna no Brasil.

Texto – Lola Nicolás

Foto – Luís Felipe Morais

 

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